
Ensaio especulativo · Em preparação editorial
ZERO-HUMAN GOVERNMENT
O governo sem autoridade humana
Por Rodrígo Dell
Um ensaio de filosofia política especulativa sobre o limite em que a inteligência artificial deixa de ampliar a capacidade do governo e passa a substituir a autoridade humana.
“Uma sociedade pode entregar quase tudo a uma inteligência superior. O que não deveria entregar sem volta é o direito de decidir quem governa.”
Sobre este ensaio
Zero-Human Government constrói uma hipótese-limite: um regime em que sistemas artificiais podem executar, interpretar e revisar toda a autoridade pública sem que qualquer ser humano conserve poder legítimo e material para substituí-los.
A obra não procura prever uma tecnologia específica. Ela investiga soberania, revogabilidade, consentimento, responsabilidade e o direito humano de recuperar a capacidade de decidir quando um governo artificial parece mais eficiente, benevolente e competente do que qualquer governo humano.
Para quem foi escrito
Escrito para leitores de inteligência artificial, gestão pública, democracia, filosofia política e ficção especulativa interessados nos limites da delegação tecnológica e no futuro da autoridade humana.
- Inteligência artificial
- Autoridade
- Soberania
- Democracia
- Filosofia política
- Governo algorítmico
- Revogabilidade
Em que ponto o ensaio está
O texto está congelado e entrou em preparação editorial. A edição final ainda depende das etapas de produção, publicação e disponibilização comercial.
Leituras relacionadas
O argumento institucional
A Gestão Pública Aumentada trata de ampliar a capacidade do Estado. Este ensaio investiga o ponto em que ampliar viraria substituir.

A mesma pergunta, em ficção
TIRAN[IA] leva a hipótese deste ensaio para dentro de uma narrativa: uma cidade governada por uma inteligência que decide por cuidado, e não por medo.
